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Ser um homem de estado é ser um historiador na ordem prática ação política e historicidade em J. G. Droysen

Résumé : A tese defendida aqui será a seguinte: a reflexão de Droysen constitui uma configuração tópica para a modernidade política em geral, uma conjuntura durante a qual se trata de fazer das ciências históricas (metodicamente reguladas), e das culturas históricas produzidas publicamente, a “ciência real” de toda uma propedêutica política (embora não exclusivamente política). Trata-se doravante, durante esse momento singular, de argumentar a necessidade de fundar uma nova cultura política, a saber: a de um racionalismo político liberal e prudencial, porquanto auto-historicizante e autorreflexivo.
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https://hal-sciencespo.archives-ouvertes.fr/hal-03457765
Contributor : Spire Sciences Po Institutional Repository Connect in order to contact the contributor
Submitted on : Tuesday, November 30, 2021 - 5:09:29 PM
Last modification on : Friday, March 25, 2022 - 3:58:40 AM

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Alexandre Escudier. Ser um homem de estado é ser um historiador na ordem prática ação política e historicidade em J. G. Droysen. Revista de Teoria da Historia, 2019, 21 (1), pp.32 - 48. ⟨hal-03457765⟩

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